Páginas

Total de visualizações de página

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Os Fantasmas de 'Tiro Pichón'



Por José Manuel Garcia Bautista(*)
Tradução: Paulo Soriano
Texto publicado originariamente na  Revista Digital Angulo 13.
(www.angulo13.com)
Nas imediações do município onubense (1)  de Jabugo (2),  erige-se,  orgulhoso e desafiante, o imponente edifício conhecido como “Tiro Pichón”. De suas janelas se contempla,  quase a vista de pássaro, a região banhada pelo rio Múrtigas. E, ao mesmo tempo, avista-se, dos municípios circunvizinhos, com o respeito e o medo  inspirados pelas  histórias  contadas sobre o  que ocorre em seu  interior,   o perfil recortado daquela  construção.

De arquitetura regionalista andaluz, deduz-se, à simples vista, que, por trás do desenho desse edifício se esconde a mão do insigne arquiteto servilhano Aníbal González (1876-1929).  González, que  foi o arquiteto-chefe das obras realizadas em Sevilha por ocasião da exposição ibero-americana de 1929, construiu o edifício em princípios do séc. XX.

Todavia, como explicar a existência de um edifício tão suntuoso em pela serra onubense?  Sua construção responde à estratégia  do primeiro Marquês de Aracena (3), D. Javier Sáchez-Dalp, que se propunha,  desde o início,  a elevar a categoria social de seu marquesado, convertendo-o  em lugar de recreio e descanso da mais alta sociedade servilhana.  Até 1833, Aracena fazia parte da província de Servilha e sua separação e posterior incorporação à província de Huelva podia fazer diminuir  o encanto para as antigas  famílias  hispalenses (4). Para evitá-lo, o Marquês de Aracena dotou as suas terras de construções de elevado valor artístico, contando  com a colaboração do arquiteto Aníbal Gonzáles, com o qual, além do mais,  tinha parentesco.

O Marquês, em seu afã de engrandecer  Aracena, tornando-o um lugar concorrido para a nata da sociedade da época,  chegou, inclusive, a filmar um documentário com a produtora Film Dalp Nararí, com o nome “La Sierra  de Aracena” (A Serra de Aracena), em 1928.


O “Tiro de Pichón” (“Tiro-ao-Pombo”) foi projetado por Aníbal González,  pensando-se  na família do monarca Afonso XIII.  A família real já conhecia bastante a região. De fato,  a D. Afonso e Dona Vitória Eugênia coube  inaugurar as Grutas de las Maravillas (Grutas das Maravilhas) em 1915, repetindo a visita  em 1929.  A família real demostrava um afeto especial àquela região. Não devemos esquecer a presença em Huelva de importantes membros da sociedade inglesa vitoriana, por conta das exportações mineiras do Rio Tinto e a origem inglesa da rainha Vitoria Eugênia de Battenberg.

À vista do interesse dos monarcas pela região, Sanchez-Dalp não hesitou  em construir para eles um pavilhão de caça, no qual  o monarca e sua família passaram longas temporadas de verão praticando o tiro-ao-pombo (5), uma moda procedente da Europa e que causava rebuliço entre as classes mais abastadas desde o séc. XIX.  Esta prática, a meio caminho entre a caça e o esporte,  tinha tanto prestígio que as sociedades de tiro-ao-pombo chegavam a conseguir a distinção de Real Sociedade de Tiro-ao-Pombo, como é o caso de Granada.

A família real encontrou neste rincão onubense um espaço para o descanso, especialmente as infantas D. Beatriz e D. Cristina, até que, em 1931, após a proclamação da Segunda República Espanhola, tiveram que se exilar em Roma.
 

Hoje em dia, o proprietário deste edifício é a Junta  de Servilha (6). É que, para sua construção, o Marquês de Aracena pediu um empréstimo ao governo servilhano. Com o passar dos anos, o crédito  não foi satisfeito e a Junta  de Servilha exerceu o seu direito, ficando com a titularidade do bem.

Nos anos posteriores,  o edifício sofreu reformas, sendo a de maior importância a ampliação feita em 1941.  Durante anos, o “Tiro de Pichón” recebeu grupos de estudantes que escolhiam Jabugo para seus acampamentos de verão. Na região, diz-se que o prédio funcionou como hospital ou sanatório. Inclusive, muitas pessoas o conhecem como “o manicômio de Jabugo”, embora este seja um dado que, na data de hoje, ainda está por ser confirmado.

É o investigador e historiador local Jorge Medina Barnabé (autor de várias obras publicadas pela Fundación Lara) quem primeiro nos pôs em contato com os antecedentes do lugar: “Durante a pesquisa  de um de meus livros sobre a Serra de Aracena, deparei-me com algo curioso e inquietante... Em Jagurgo me falaram de um lugar, do “Manicômio”, no qual -  diferentes vizinhos me relataram  - tem-se produzido  toda sorte de fenômenos misteriosos, desde a visão de seres ou silhuetas luminosas em suas janelas até a gravação em seu interior de psicofonias e ruídos estranhos. A verdade é que, uma vez no lugar,  e em seu interior, pude comprovar que, na verdade, ali ninguém está sozinho... Continuamente, você se sente vigiado, assediado, inclusive você pode escutar que vozes de outros tempos o chamam em um lugar que você tem a certeza de estar sozinho.

“Em minha experiência ali foi singular. Escutar: “Jorge, chegue aqui”, clara e definitivamente, foi motivo suficiente par fazer-me regressar sobre os meus passos e sair dali. Tão interessante isto me pareceu que decidir incluir uma resenha em meu livro. É um lugar de meter medo”. Com tais afirmações, o  investigador não pode menos que sentir curiosidade e acercar-se do lugar para informar-se devidamente sobre os fenômenos relatados e afirmados pelo historiador.

Cruzando a sempre bela Sierra Huelva, a quase 120 Km da capital hispalense, encontramos,  majestoso e arrojado, o edifício “Tiro de Pichón”.   A localidade  onubense de Jabugo ascende das fraldas da Serra e coroa,   com  mil e uma tradições obtidas com esforço e sacrifício, o alto da colina. E os seus habitantes –  receosos de câmaras e gravadores -  permitem, quebrando o gelo da desconfiança, a narração da história e estórias do lugar. Ángel Rodríguez relatou, dentre outras coisas,  o seguinte: “Nos tempos de meu avô, o rei Afonso XII  fez  uma visita à Serra e se deteve na “Gruta das Maravilhas”; fez, então, a observação de quão belas e ilídicas seriam as cercanias do  local  para um pavilhão de caça.  Em pouco,  começou-se a construí-lo, mas, com o tempo, e a Guerra Civil, o edifício passou a ter muito usos: foi um sanatório, hospício-colégio e, inclusive, albergou salas para doentes mentais.  Em seu interior se escutavam-se gemidos que arrepiavam os pêlos e, dizem, registraram-se ali  falecimentos.  Em épocas modernas os jovens têm acorrido ao edifício atraídos por histórias de fantasmas e a verdade é que eles têm saído de lá aterrorizados.

“Dizem que lá dentro reside o fantasma de um velho guarda que em vida prometeu guardar e vigiar para  sempre o edifício, mantendo a  sua promessa até o dia de sua morte; agora, muitos têm visto o seu espectro no interior,  e têm podido comprovar como nesse edifício há coisas que não pertencem a este mundo...”. E não finalizou aí  Ángel Rodríguez em seu relato.  Ele prosseguiu,  dizendo-nos: “Os filhos de meu compadre se acercaram ali, certo dia, para fazer a brincadeira do copo,  e tiveram um encontro mais que aterrorizante. Ao final de um corredor,  algo começou a aparecer a eles: era um fantasma. Eles passaram muito mal.  Certamente, eles brincaram  com o que não deviam num lugar em que o povo bem sabe que não se deve  brincar jamais.”  E tão misteriosamente  nos deixou com a impressão de que um bom vizinho sabe mais pelo que cala  do que  por aquilo que afirma.

Prosseguindo em nossa tarefa de colher depoimentos, localizamos, na vizinha localidade de Aracena,  um  garoto que, como tantos outros, movido pela curiosidade e pela atração ao desconhecido,  acercara-se de “Tiro Pichón” para tratar de desentranhar seus mistérios através da tábua ouija.  Enrique Santos nos relatou a sua experiência: “Foi  num entardecer que decidimos ir consultar a tábua ouija; já nos havíamos antes metido em um cemitério e, em outro dias, na  ermida, mas um amigo nos comentou que tinha escutado no bar, em que trabalhava,  que um dos clientes habituais havia visto, na noite anterior, uma silhueta luminosa, como uma pessoa, mas que irradiava luz, passeando pelas janelas dianteiras do edifício; dissera que era um fantasma e, assim, decidimos  ver se nós nos contactávamos com ele.  Chegamos e nos postamos no sótão. Ali, afora  os pássaros, nada mais havia. Pusemos velas e começamos as invocações. Nada parecia acontecer, mas, ao cabo de uma hora mais ou menos, de algum lugar do sótão veio  algo como o som de uma caixa de música.  Todos nos olhamos, desconfiados. E, pouco depois, algo começou a subir as escadas.  Sentia-se perfeitamente: era um passo curto, pausado, mas ininterrupto.  Aproximava-se cada vez mais, até que se deteve...

“Ficamos nervosos, porque era a saída mais próxima.  E, ao final, daquele quarto  começou a desenhar-se a forma de uma pessoa, pouco a pouco, surgindo do nada. E nos olhava severamente. Não quisemos dar tempo a que outras coisas acontecessem e saímos correndo dali. Naquela mesma noite queimamos a tábua oiuja; foi o bastante; esse edifício é mal-assombrado,”

Para estes investigadores, foram meses de ir e vir a Jabugo e Aracena, de colher depoimentos, narrações e vítimas do mistério que encerra o edifício, de uma contínua busca de informação, de documentação, de gravações, de experiências em  seu interior e da busca ao desconhecido. E, quiçá, o mistério joga, às vezes, com cartas marcadas: quando nos dispomos a arquivar a investigação por falta de  provas outras que não os sempre interessantes depoimentos e experiências aterradoras das testemunhas, algo veio a alterar os rumos  e a enriquecer a investigação no edifício de “Tiro Pichón”.

Era uma fria tarde de novembro. Estávamos há mais de seis meses envolvidos nesta apaixonante história.  Chegamos ao lugar para levantar novas provas e experiências antes da chegada de dezembro e  o clima estava por recrudescer. As coisas decorriam normalmente: como em tantas outras ocasiões,  dispusemos os equipamentos para  garantir  a investigação e a veracidade de tudo o quanto pudéssemos gravar e/ou captar: detectores de presença em quinze pontos do edifício; alarmes de continuidade  a laser;  vários equipamentos de informática portáteis registrando, via webcam, com visão noturna e áudio, o que poderia ocorrer;  nove gravadores digitais colocados em outros tantos lugares para captar áudios e psicofonias; dois velhos e históricos (no mundo das psicofonias) gravadores Phillips com uns microfones  magníficos; um gravador de amplo espectro e duas vídeos-câmaras,  que iam registrando tudo com o que aquela  noite de investigação se deparava.

Disposto todo  o equipamento no sótão onde se realizaram as sessões de ouija, transcorridas já algumas horas desde a nossa chegada, em plena ala construída nos finais dos anos vinte, começamos a sentir aquilo que nos haviam relatado: uma melodia como a pertencente a uma caixinha de música. Surpresos,  buscamos a procedência daquele som tão peculiar, sem encontrar nada que lhe pudesse indicar a  origem. Em nossa caminhada pelo edifício, começamos a nos aproximar da ala construída em 1941: ali a noite começou a cair e entramos em uma ampla sala na qual nos relataram que se escutavam vozes e lamentos de crianças, talvez em recordação a antigas e passadas épocas.

Atrás de nos uns passos, saídos do nada, originados por algo ou alguém invisível que não conseguíamos vislumbrar porque, talvez, não era deste mundo: uma sombra ou silhueta que definitivamente observamos e nos seguia... e uma consulta de José Manuel Garcia Bautista a seus dois companheiros: “Estamos a sós no edifício?”.  Após revisar  toda a gravação, no momento em que o pesquisador  servilhano fez tal pergunta, uma voz  quase além-tumulo responde psicofonicamente: “DO-EN-TIO” - aquela voz ou resposta não audível nesse momento cedeu lugar a uma série de raps, de sons delatores  de que o mistério se encontrava naquele edifício, uma série de sons que nos fazia penetrar nas  áreas  dos quartos, um amplo corredor para cujas laterais convergiam as saídas dos múltiplos quartos, múltiplos quartos ainda com múltiplas camas, com colchões e travesseiros, como se o tempo não tivesse transcorrido e algo havia feito com  que fossem abandonados  precipitadamente.

Naquele corredor, Francisco Márquez nos havia relatado: “É um lugar maldito; num domingo, ao meio-dia, ali entrei e senti  algo como um choro, uma queixa lastimosa. Acreditei que era algum gato ferido ou preso e fui ver se podia fazer alguma coisa. Quando entrei naquele lugar, as portas começaram a abrir e fechar como se alguem as fechasse e  as abrisse, mas eu estava sozinho ali...

“Travesseiros começaram a cair sobre mim; atiravam-se-me travesseiros  e eu não via quem estava ali, mas eu estava só. Foram os piores momentos de minha vida...” Naquele mesmo corredor e naquele mesmo momento, o estrondo de uma porta fechando-se  nos esmagou: o que aconteceu? Ainda buscamos respostas... Novamente na revisão de nossas gravações uma voz psicofônica nos parecia chamar: “VENHAM”; chamava-nos; atraía-nos e, como comentava nosso companheiro, o jornalista Sérgio Moreno: “Era como se a casa nos tivesse admitido em seu interior, mas para ser ela própria, a casa, aquele quem nos investigava e nós, os que investigavam o seu interior, éramos como parte de um jogo macabro, em que o investigador tornava-se investigado...”


Isso porque  houve momentos de tensão: seguindo-nos, algo arrastava seus pés;  tossia;  as bússolas não encontravam seu rumo, haviam perdido o Norte;  as baterias das câmaras e lanternas vieram abaixo e a disposição do edifício não parecia a mesma...  A escada principal não se encontrava onde devia estar e tudo parecia estranho e alheio a nós e ao caminho traçado entre o ranger de vidros aos nossos pés. Em um determinado local, Jordi Fernández tira uma fotografia: ao revisá-la, uma estranha face parece nos observar.  O velho guarda cumprindo sua promessa, agora eterna? Na área das cozinhas, algo golpeia e toca a cabeça deste último investigador: entre nós havia alguém.  À nossa retaguarda algo provocava um som de subir e descer  escadas freneticamente,  e novamente os raps começaram a sentir-se, coincidindo com uma brusca queda de temperatura.

Aquela  eterna rota  pelas dependências do edifício fizera-nos tomar consciência de que realmente algo de estranho, de desconhecido ou de paranormal habita o edifício de “Tiro Pichón”,  na localidade onubense de Jabugo; algo que desafia a lógica e transcende em muito o que é conhecido. É a constatação de que os depoimentos das testemunhas sobre suas experiências no interior do edifício são verdadeiros e, tal como nossas câmaras gravaram para  Localia TV Servilha,   naquele edifício ocorrem fenômenos que escapam a toda lógica.  Como em um estranho jogo, o edifício aceita as investigações;  porém,  todo aquele que penetre em seu interior deve fazer sua a advertência de que está exposto a ser investigado por aquilo que habita os seus grossos muros.

NOTAS
 (*) Pesquisador espanhol (Servilha-Andaluzia). Especialista na investigação de fenômenos paranormais e OVNIs.
 (1) Pertencente ou  relativo à Província de Huelva, situada na Comunidade  Autônoma de Andaluzia, Espanha.
 (2) Jabugo é um município da Espanha, situado  na província de Huelva, Comunidade Autônoma da Andaluzia,  com de área 25 km² e  população de 2435 habitantes (2007).
 (3) Aracena, próximo a Jabugo,  é um município da Espanha, na província de Huelva, Comunidade autônoma da Andaluzia, com  área 184 km² e  com população de 7.228 habitantes (2007).
 (4) Hispalense: o mesmo que servilhano; natural de Servilha, Espanha.
 (5) Em espanhol:  “tiro del pichón”.
(6) Órgão governamental, colegiado, da Comunidade Autônoma de Andaluzia.
Nota do Editor: A IS Magazine agradece a Juanca Romero H., editor da Revista Digital ângulo 13 e ao pesquisador  José Manuel García Bautista por haverem autorizado a tradução e publicação desta reportagem. Agradece, também, ao professor Valentim Fagim pelo auxílio prestado ao tradutor.

Doze castelos assombrados da Escócia

O castelo assombrado mais famoso da Escócia é provavelmente o Castelo Glamis. Desde 1372 o castelo é a residência da familia Bowes-Lyon, os Condes de Strathmore e Kinghorne.
A Rainha Mãe nasceu lá, era a filha caçula do 14º Conde, a princesa Margaret também nasceu alí (1930).
O castelo tem uma história repulsiva: no século 11, o rei Malcolm III foi assassinado lá… como o rei Duncan em Macbeth, amaldiçoado na peça de Shakespeare, que se passa alí.
No século 16, a viúva do 6º Senhor de Glamis, Lady Janet Douglas, foi queimada viva na estaca como uma feiticeira, porque tentou matar o Rei James V. Ela assombraria a capela do castelo como uma Dama Cinza.
De acordo com a lenda, o Conde Beardie que foi um hóspede do castelo, jogou cartas com Satã num quarto trancado, assombra o castelo, e ainda há um outro segredo terrível escondido.
Algo a ver com uma criatura monstruosa que nasceu em Glamis, e viveu, segundo a lenda, por mais de cem anos… A criatura ainda assombraria o castelo também.
Na verdade, o alegado "monstro" se trata de Thomas Bowes-Lyon, primeiro filho de George Bowes-Lyon e Charlotte Grimstead, trisavós de Lady Elizabeth Bowes-Lyon, a Rainha Mãe. Ele nasceu e morreu em 21 de outubro de 1821.
A parteira, cujo nome é desconhecido, teria contado no vilarejo local que a criança nasceu deformada e foi dada como morta um ou dois dias depois. Thomas não teve sepultura, fato que alimentou os rumores.
Afirma-se que Thomas foi amamentado secretamente e confinado num dos muitos quartos secretos do castelo, onde teria passado toda a sua vida, aparecendo sem ser notado, mas deixando seus rastros. O quarto que ocupou teria sido murado com tijolos depois do seu falecimento.
 

Castelo Ballindalloch
A primeira parte deste castelo em Banffshire, Escócia, foi construída em 1546, embora muitos acréscimos tenham sido feitosno decorrer dos séculos.
Provavelmente o mais conhecido fantasma deste castelo é a Dama Verde, que assombra a sala de jantar.
O Castelo Ballindalloch também é conhecido por várias aparições de fantasmas femininos, embora não haja registros de quem estas mulheres poderiam ter sido, mas uma suspeita é que tenham sido amantes rejeitadas, que ainda sofrem por seus amados.
Além disso, o fantasma de um certo General James Grant ocasionalmente aparece cavalgando um cavalo branco ao redor do castelo. O general está supostamente enterrado alí perto e há alguma especulação sobre se o seu espírito existe para vigiar o castelo.


Castelo Dunstaffnage
O Castelo Dunstaffnage é um dos mais antigos castelos de pedra da Escócia, foi construído no século 13, a 8 quilômetros ao norte de Oban, na Escócia. Este castelo está em um local remoto da costa e é cercado por água em três dos seus lados.
De acordo com a lenda, apenas um fantasma assombra este castelo, um fantasma chamado a Dama de Dunstaffnage. Quem era, ninguém sabe, mas sua aparição revelaria grandes acontecimentos na vida dos proprietários do castelo.

 
Castelo Duntrune
Este castelo tem um único fantasma que tem sido chamado de gaiteiro de Duntrune. De acordo com antigos contos, um gaiteiro foi enviado pelo clã MacDonald para espionar o clã Campbell, que então era o proprietário do Castelo Duntrune. O gaiteiro espião foi descoberto e, em seguida, preso dentro de uma torre do castelo. 
O clã MacDonald decidiu atacar o castelo, mas o gaiteiro percebeu que os MacDonald's estavam em menor número. 
Ele então tentou alertar os MacDonalds tocando uma canção de retirada na gaita de foles. Os MacDonalds ouviram o sinal e se retiraram. 
O destino do gaiteiro não foi tão feliz. Os Campbells também ouviram a música, e cortaram as suas mãos (ou dedos, de acordo com algumas versões do conto). 
Se diz que o gaiteiro assombra a torre, com a música de sua gaita de foles, que as vezes é ouvida lá. Além disso, atividades demôniacas tem sido relatadas em algumas partes do castelo. 
Curiosamente, durante uma reforma do Castelo Duntrune uma mão de esqueleto foi descoberta. A pobre alma foi então enterrada e descansa nas proximidades.

 
Castelo Muchalls
Outro fantasma também chamado de Dama Verde assombra o Castelo Muchalls em Aberdeenshire, na Escócia.
Aparentemente, existe um túnel por baixo do castelo e este túnel se estende até a proximidade do mar. 
Diz a lenda que a muitos anos atrás, uma moça se aventurou na entrada do túnel para encontrar o seu amante, pela água, mas ela se afogou, quando a maré cheia entrou no túnel. Ela assombra, e às vezes até aparece, em uma das salas do castelo.
 

Castelo Braemar
Em 1689, John Grahame de Claverhouse tentou restabelecer a monarquia Stuart contra a do holandês Rei William. 
O golpe não foi bem sucedido e resultou na ocupação do Castelo Braemar pelas tropas governamentais. 
Mas John Farquharson de Inverey, também conhecido como o Coronel Negro, conseguiu escapar, voltou para o castelo, atacou a guarnição e incendiou o edifício. 
Mas, os velhos heróis nunca morrem... E o Coronel Negro com certeza se tornou uma verdadeira lenda viva, uma vez que foi relatado na década de 1970, que assistia tv com o proprietário do castelo. 
O Castelo Braemar também seria assombrado por uma linda moça de longos cabelos loiros, uma jovem noiva que cometeu suicídio quando seu marido a abandonou.

 
Castelo Borthwick
O quarto vermelho do Castelo Borthwick assustou tantos visitantes, que na década de 1980 um sacerdote de Edimburgo foi chamado pelos proprietários para exorcizar os espíritos remanescentes, entre muitos outros, Mary Stuart.
A famosa Rainha dos Escoceses era frequentemente vista descendo as escadas em espiral do castelo onde procurou refúgio.
 

                          Mary Stuart
 
 Também foi vista atravessando as paredes do quarto vermelho onde havia dormido. Mary estava disfarçada como um menino... Ou usava o corte de cabelo de uma mulher que estava prestes a ser decapitada. 
Uma jovem criada retornava frequentemente ao quarto vermelho onde foi morta à espada. A menina carregava um filho ilegítimo dos Borthwick e foi morta, juntamente com seu bebê, por causa da ameaça potencial a herança. 
Era assombrado também por um conselheiro dos Borthwick que utilizou o quarto vermelho como cofre. Quando os Borthwicks descobriram que ele roubou o seu dinheiro, eles o queimaram até a morte.
 

Os Fantasmas de Culloden
16 de abril de 1746 ... A Batalha de Culloden é o último confronto entre os Jacobitas - a maioria deles Highlanders escoceses - e os britânicos. Os Jacobitas apoiaram a aclamação do "Belo Principe Charlie" para o trono. 
O chamado "Jovem Pretendente" foi derrotado, deixou a Bretanha e foi para Roma. As consequencias da batalha foram muito brutais e as penalidades civis também foram graves: o sistema de clãs dos Highlanders foi atacado por novas leis e as roupas Highlanders foram proibidas.
Ainda são muitos os fantasmas em Culloden Moor: No aniversário da batalha em 16 de abril, os fantasmas retornam e são ouvidos gritos ou o choque de aço contra aço. O Belo Principe Charlie ainda lamenta sua derrota nas proximidades de Culloden House.
 

                                   Culloden House
Não cresce qualquer arbusto sobre os túmulos dos Jacobitas e não existem pássaros cantando no campo de batalha, uma vez que, na véspera da batalha, um enorme pássaro preto foi visto e ouvido pelo Comandante Jacobita Lord George Murray.
Dizem que as pedras de Culloden Moor trazem má sorte, e que aparece o fantasma de um Highlander com uma face cansada, que sussurra quietamente: "Derrotado."
 

Castelo Cortachy
O Conde de Ogilvy colocou um jovem tamborileiro em seu próprio tambor e jogou-o da mais alta torre do Castelo Cortachy, porque o rapaz poderia estar tendo um romance com sua esposa, a Condessa de Airlie.
Pouco antes de morrer, o musico lançou uma maldição sobre o clã Ogilvy: a partir daquele momento, misteriosos e assombrosos sons de um tambor seriam ouvidos, antes de uma morte na família.
Natal, 1844 ... Srta Dalrymple é uma hóspede no Castelo Cortachy. Enquanto se vestia para o jantar, ela ouve o tambor. Seis meses mais tarde, Lady Airlie comete suicídio. 
Cinco anos depois, um cavalheiro inglês ouve o tambor também. Lorde Ogilvy não está em casa, porque ele teve de ver o 9º conde de Airlie, que havia ficado muito doente ... O conde morre no dia seguinte ...

 
Castelo Culzean
Em uma noite de tempestade uma fantasmagórica gaita de foles pode ser ouvida perto do Castelo Culzean. O Fantasma gaiteiro gosta de misturar a sua musica assombrada com o vento e as ondas que se quebram sobre as falésias. Alguns dizem que é o espírito de um gaiteiro que desapareceu enquanto estava explorando as cavernas abaixo do castelo.
 

Castelo Hermitage
Lord Bad Soulis foi um praticante de magia negra. Juntamente com seu assistente Robin Redcap, ele foi o responsável pelo desaparecimento de muitas crianças. 
De acordo com Robin Redcap, Lord Bad Soulis não poderia ser ferido por aço forjado ou pendurado por uma corda.
No entanto, quando os camponeses se revoltaram contra ele, o levaram até um um círculo de pedra numa colina próxima, o revestiram com chumbo e o ferveram num caldeirão.
Robin Redcap ainda guarda os tesouros de Lord Bad Soulis em algum lugar em torno do Castelo Hermitage, onde o choro de suas vítimas ainda pode ser ouvido. Os visitantes também se queixam de serem empurrados por forças invisíveis, quando estão perto de um lago da capela ...
 

Castelo Huntingtower
O Castelo Huntingtower, perto de Perth, era propriedade dos condes de Gowrie. Em 1582, o conde se envolveu em uma conspiração para sequestrar o Rei James VI e foi executado.
O castelo foi perdido para a coroa, juntamente com o fantasma da Dama Verde Dorothea Ruthven. 
Ela era também conhecida como Mylady Greensleeves, devido à bem conhecida e secular canção de amor Greensleeves, que termina com esta linha: "Vem, mais uma vez, e me ame ..." - Se estiver doente, o fantasma de Mylady Greensleeves vai curar você. E se estiver ferido de amor, ela vai lhe dar conforto.

Lago Papoose

Umas das raras fotografias da Área 51 que existiam até a liberação das fotos na internet. Esta foto foi feita por um ex-funcionário da base e contrabandeada para fora dela com grande dificuldade. A área mais baixo abaixo é o leito seco do lago Papoose, tendo atrás dele um complexo de hangares onde esta situado o secretissímo laboratório S-4. Foto retirada da Revista UFO 72

Muita atividade dentro da base



Foto colorida artificialmente. Detalhes mostram que a base tem atividade muito mais complexas e intensas do que os ufólogos suspeitavam. Á esquerda uma área para depósito de munições junto a entrada para instalações subterrâneas. Á direita ampliação de alguns pontos da principal pista de pouso e decolagem de Groom Lake, com mais de 9Km de extensão total. Foto retirada da Revista UFO 72

Descoberta a origem da fada plástica

Depois que um jovem de 28 anos alegou uma suposta aparição de uma fada na colonia San José Rio Verde (veja a notícia aqui) , já circula a verdadeira origem da figura que se provou ser um mero brinquedo.
Se trata de uma boneca de plástico da personagem Pixie (Megan Gwynn) dos X-Men, segundo se comenta nas redes sociais.
Após a divulgação da notícia, centenas de pessoas foram na casa localizada na Rua Francisco Paz 3214, no cruzamento com Albino Corso Ángel no municipio de Guadalajara, para ver a farsa do ser fantástico. 
José Maldonado, que inventou a historia da "fada" cobra (ainda) uma taxa voluntária dos curiosos que passam em sua casa para ver o brinquedo em um copo com água, além do rendoso negócio que criou, também se somaram vendedores ambulantes de doces, flanelinhas e até vendedores de fotografias da figura plástica. 
Tradução: Carlos de Castro 
Agradecimento: Arquivos do Insólito
Fonte: El Informador 

Acredite se Quiser: Salamandra Fotografada

O Universo está repleto de energias, seres e formas como anjos e humanos. Entre eles existe um grupo chamado "elementais", os quais não possuem corpos tão densos quanto os nossos e nem tão sutis quanto os dos anjos.
Bem, os elementais são espíritos da natureza, guardiões dela, é obvio.   
Nós conhecemos fadas, gnomos, duendes, silfos, fadas entre outros, sem esquecer das salamandras... É destas que quero falar hoje.
O "porquê" vocês vão entender:
As salamndras são espíritos do fogo. Seu rei se chama Djim e são governados pelo Arcanjo Miguel. Normalmente são vistas nas formas de línguas de fogo e esferas nas mais variadas cores.
No dia 12 de Abril deste ano eu finalmente consegui ganhar meu caldeirão, e adivinha... na noite da sexta-feira 13 eu o encantei com o elemento FOGO. Fiz todos os rituias com as ervas consagradas e chamei a presença das salamandras. Depois do ritual deixei o fogo sagrado queimar e aproveitei para fazer uma limpeza energética em casa. Depois de tudo feito, peguei meu celular e tirei umas fotos com o intuito de usar como wallpaper. Imaginem minha surpresa ao ver que as salamandras se manifestaram fisicamente! Uma coisa rara!
A foto aqui deixada é do meu caldeirão. Quem quiser pode ver se a foto foi altereda de alguma forma.
Espero agora a lua tornar-se Cheia de novo para que eu termine de imantá-los.

Fotografia original.

Zoon na salamandra, que parece ter se apresentado, desta vez, na forma de um Diabrete.

Diabretes, ou Diabretes da Cornualha são espíritos/criaturas mágicas que adoram aprontar. São mais conhecidas por serem citadas em Harry Potter.

Duende?

Vou contar aqui um fato que aconteceu comigo e com meu irmão mais velho quando éramos mais novos.
Eram 21:00 da noite, meus pais haviam acabado de sair para jantar e deixado as crianças da casa com a nana (nossa babá), a nana era velhinha e nos colocava cedo na cama, e depois dormia junto enquanto ela contava histórias do Peter Pan e do Gato de Botas.
Eu e meu irmão mais velho não gostávamos de dormir cedo, e desciamos escondidos enquanto ela tirava um cochilo e ficávamos vendo TV até tarde. Até que nessa noite, meus pais haviam saído para jantar e comemorar o casamento, quando eu e meu irmão fomos pra sala ver TV e assaltar a geladeira, e acabar com a pipoca e o doce de leite. Meu irmão mais velho ligou a TV e depois veio comigo na cozinha pra catar alguns petiscos para o resto da noite. Na porta da cozinha tinha uma porta de vidro, que dava pra olhar o jardim e algumas janelas que davam pro lado lateral da casa, eu e meu irmão estávamos vasculhando a geladeira e ouvimos alguns batidos na porta de vidro da cozinha, eu me assustei, pensei que fosse o Rexy, o nosso cachorro que dormia do lado de fora para não sujar a casa de cocô, e continuei a catar balas de goma da geladeira, meu irmão também. Ouvimos de novo as batidas, mas não era o Rexy, ele tava deitado do lado da calçada do quintal, então ficamos curiosos e ouvimos a batida pela terceira vez, e quando olhamos vimos um homem baixinho, que parecia mais com um duende ou um gnomo, sinceramente eu não sei a diferença, ele estava em cima de algum bicho. Era como um cavaleiro duende, ele ficou olhando pra dentro de casa, eu e meu irmão corremos a toda a velocidade lá pra cima do quarto. A nana acordou com um susto, quase morrendo do coração, e nós contamos pra ela o que tínhamos visto, mas ela não acreditou e disse que era muita TV. Tentamos contar pros nossos pais mas ninguém acreditou, eu e meu irmão nunca mais descemos pra ver TV de noite e nem comemos besteira a noite mais.
E é isso gente, abraços de Thome, espero que vocês tenham gostado, e se souberem o que era, me avissem tá? :)